O clube foi notificado em agosto.
O Corinthians está com quatro parcelas atrasadas em uma negociação tributária com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). O acordo reduziu de R$ 1,2 bilhão para R$ 679 milhões a dívida do clube com a União.
A gestão de Osmar Stabile pagou as quatro primeiras parcelas, mas os pagamentos estão atrasados desde junho. O valor em aberto soma R$ 27,3 milhões, entre débitos previdenciários e não previdenciários, corrigidos pela Selic.
O clube foi notificado em agosto. Pela negociação, a falta de pagamento de três parcelas, consecutivas ou alternadas, pode levar à rescisão. A PGFN informou que, por enquanto, o acordo continua válido e o Corinthians tem prazo para regularizar a situação ou apresentar defesa administrativa.
Se houver rescisão, a dívida original será restabelecida, com desconto apenas dos valores já pagos. As cobranças poderão ser retomadas, e o clube ficará impedido de firmar novas transações com a União por dois anos.
O Corinthians tem endividamento estimado em R$ 2,8 bilhões e acumulou déficit de R$ 278,7 milhões nos sete primeiros meses de 2026. No futebol, também há relatos de atrasos em direitos de imagem, férias e premiações do elenco masculino.
Da redação CSFM









